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Barra Longa homenageia educador com o 1º Festival de Pipas, Papagaios e Raias

Com o objetivo de incentivar a criatividade e estimular a brincadeira popular, evento reuniu crianças e adultos na principal praça da cidade

Postado em 06/09/2019 às 11:18 |

(Foto: Assessoria de Imprensa | Fundação Renova)

O céu ficou mais colorido para os moradores de Barra Longa (MG) na última sexta (30). O 1º Festival de Pipas, Papagaios e Raias, organizado pelo Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), por meio do projeto “Barra Longa: Presente do Futuro, Saudável”, reuniu crianças e adultos para um momento de diversão na praça Lino Mól. 

Segundo Onésima Mourthé, organizadora do projeto, a iniciativa foi desenvolvida para criar um momento de celebração na cidade. “A ideia surgiu quando pensávamos em uma maneira de juntarmos as pessoas na praça, crianças e adultos. Enfim, desenvolvemos a atividade como forma de celebrar um momento de diversão, um momento de alegria, para colorir o céu de Barra Longa”, diz Onésima Mourthé.  

O festival, que contou com a parceria da Fundação Renova, Polícia Militar e Prefeitura Municipal, teve como tema “Menino Passarinho nas Asas do Canário”, uma homenagem ao ex-educador do CPCD Marco Antônio Pereira, morto em 2013. 

Conhecido como Marquinhos, ele criou a peça de ferro “Menino Passarinho” quando tinha 16 anos, artefato que simboliza um menino soltando pipa. O item foi entregue como um troféu para os primeiros colocados do festival. “Dar a peça como troféu foi uma forma de homenagear in memoriam uma pessoa querida, que marcou a história do CPCD”, afirma Onésima. 

  

Brincadeira popular tradicional 

O festival foi dividido em três categorias, de acordo com o tamanho das pipas, e teve três critérios de avaliação: originalidade, sustentabilidade e criatividade. Os primeiros lugares de cada modalidade receberam um prêmio simbólico. “Gostei bastante de ter participado porque adoro soltar pipas. Tenho de diversos tamanhos e cores. Foi legal ter feito o que gosto com os meus amigos”, disse o pequeno Ruan Dado, de 11 anos.  

Ensinando as principais técnicas da atividade para a sua filha de apenas 5 anos, o vendedor Adriano Silva conseguiu sair mais cedo do trabalho para acompanhar o festival. “Foi maravilhoso o momento que eu vivi ao lado da minha pequena. Foram minutos de aprendizado dela e meu também. A ideia do evento foi ótima porque não estimula a competitividade e, sim, o momento de celebração. Além disso, ocupamos a praça, que é um dos pontos mais bonitos da nossa cidade, e resgatamos essa brincadeira incrível do nosso tempo de criança”, conta Adriano. 

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